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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Cuidados com as plantas no inverno

Como todos nós apaixonados por plantas sabemos, as plantas necessitam de cuidados diferenciados a cada estação para que se mantenham sempre belas e resistam as temperaturas que não são adequadas para elas. Hoje vamos falar então sobre algumas dicas para manter suas plantas no inverno que é a estação em que estamos.
Observe que plantas que gostam de calor e sol devem ter uma atenção especial pois são elas que sofrem mais. Os metodos visam acima de tudo garantir que elas resistam ao ambiente que não é adequado a elas.

Exemplos de flores que gostam de temperaturas mais baixas:
Amor perfeito, Azaléia, Camélia, Ciclame, Cravos, Glicíneas,Hortênsias, Ipê entre muitas outras.

Rega
Regue menos! Quando o tempo está úmido e a temperatura está baixa as plantas tendem a reter água. Se muito regadas podem ficar muito carregadas e murchar.

Poda
Não faça podas nas plantas e árvores durante o inverno. Retire somente folhas secas e deixe os galhos para a próxima estação. No frio as plantas não se desenvolvem tão rapidamente o que pode prejudicar o seu jardim.

Adubo
Esta é uma das partes mais importantes. Nessa época você precisa se precupar em manter a terra cheia de nutrientes. Os adubos garantem que não falte nada para seu jardim. Na Flora Morumby você encontra todo tipo de adubo que precisar.

Iluminação
Em casos de plantas em apartamentos ou dentro de casa é importante que sejam colocadas para tomar sol uma vez ao dia em lugares bem arejados. Isso garante que não falte nenhum nutriente.

Dica
Insumos, ferramentas, plantas e até dicas mais específicas você encontra em nossa loja em Sorocaba:
Fone: 15 3228.2059
Rua Cláudio Pedro André, 09 Jd. Morumby III  Sorocaba/SP CEP 18085-652

Ah! E se você não é de Sorocaba e quer comprar no conforto de sua casa, acesse nossa Loja virtual: www.lojafloramorumby.com.br

IPÊ Amarelo

Ciclame

Camélia

Hortensias


quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Como cultivar morangos em vasos!





Para você que adora um morango como nós, vai uma explicação de como plantar as mudinhas destas frutas deliciosas que tem sua produção nos meses mais frios do ano aqui no Brasil.
É importante observar que apesar de ser uma planta rasteira e que reproduz criando novas mudar à partir da planta mãe é sim possível cultivar morangos em pequenos espaços, o mais importante é observar a possibilidade de acrecentar novos vasos para novos enraizamentos e/ou cultivar as mudas em floreiras maiores onde possa ocorrer essa reprodução. De qualquer modo você estará também livre para podar sua mudinha de forma que ela não se reproduza.
Observamos que a quantidade sugerida por pessoa é de 7 mudas de morango esse é o numero cujo a produção média costuma satisfazer 1 adulto. Isso pode facilmente ser feito em vasos na sacada do seu apartamento.
Após decidir se pretende ou não deixar sua pequena produção de morangos se multiplicar ou não, chegou a hora do nosso passo a passo:
   
  •  Solo

É importante que seja feito o plantio em solo bem adubado e com terra fofa bem drenante, o pH ideal do solo situa-se entre 5,5 e 6,5.
É importante observar também se a terra está livre de pragas, ervas daninhas ou bichos que podem vir a atacar sua muda. Procure adquirir os insumos em local de confiança.
Ao fazer a cova onde será inserida a muda, observe que esta deve ter tamanho suficiente para que as raizes se espalhem bem pela terra.
  •  Plantio

Procure fazer o plantio em local fresco e arejado, esta muda não gosta de sol direto!
Ao retirar do saquinho, retire as raizes que estão danificadas e apare as raizes que estão com mais de 10cm de comprimento. Retire também as folhas secas ou danificadas.
Os morangueiros devem ser colocados na terra com as raízes voltadas para baixo, formando um espécie de leque e com o meio da coroa da planta ao nível da superfície da terra.
Após posicionar a muda, cubra com terra de forma uniforme e regue bem, mas não deixe a terra enxarcada pois isso poderá apodrecer as raizes.
  •  Rega

É recomendado que seja feita 1 vez por semana sempre de manhã para que as folhas estejam secas ao cair da noite.
  •   Proteja

Sim, os morangos são frutas deliciosas tanto  para nós como para pássaros. Para proteger sua produção sugerimos que cubra sua muda com telas
  •   Colheita

Por se tratar de uma fruta muito delicada, produre fazer a colheita sem apertar a fruta ou danificar a planta. Prefira fazer uma leve torção no caule que liga a fruta a planta para que não seja necessário puxar.
Os insumos citados neste texto você pode adquirir na nossa loja física Flora Morumby que fica na Rua Cláudio Pedro André, 09 Jd. Morumby III  Sorocaba/SP CEP 18085-652 fone 15 3228.2059 ou pelo site www.lojafloramorumby.com.br





sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Plantas Carnívoras

As plantas carnívoras costumam despertar o interesse e a curiosidade das pessoas devido às suas formas exóticas e histórias presentes no imaginário popular. Apesar da imagem aparentemente aterrorizante reforçada por filmes e desenhos infantis, as carnívoras não são monstros comedores de gente. Mas afinal, o que são plantas carnívoras e o que as diferenciam dos outros vegetais?




De um modo geral, as plantas servem como fonte de alimento para diversos tipos de animais; mas no caso das plantas carnívoras, o processo se inverte. Através da fotossíntese e da retirada de nutrientes do solo, as plantas obtém a energia necessária para sobreviver. Já as carnívoras, por habitarem solos pobres em nutrientes, desenvolveram a característica de digerir pequenos animais a fim de absorverem seus nutrientes.
A maioria delas não passa de poucos centímetros de altura e sua fonte alimentar não se limita apenas a de origem animal, pois também realizam fotossíntese como qualquer outro vegetal verde, sendo a ingestão de insetos – em sua maioria, apenas como uma forma complementar de alimentação para compensar a carência nutricional do ambiente em que vivem.
As plantas carnívoras foram descobertas em 1768 pelo botânico inglês John Ellis, que ficou maravilhado com o processo de captura de insetos da Dionaea muscipula. Um século depois, o naturalista Charles Darwin, criador da Teoria da Evolução das Espécies, publicou um livro chamado “Insectivorous Plants”, sendo esta a primeira obra dedicada às Plantas Carnívoras.
Desde então, uma diversidade de outras espécies de plantas foram pesquisadas e adicionadas à lista das plantas carnívoras. Para que uma planta seja considerada carnívora, ela precisa apresentar as seguintes características:
·         Atrair as presas;
·         Capturá-las;
·         e Digeri-las.
Há controvérsias, visto que existem algumas plantas que apresentam algumas destas características acima, porém não todas. Alguns autores e estudiosos as consideram carnívoras e outros não. Portanto, não há um total consenso sobre algumas espécies de plantas em relação às suas classificações como carnívoras legítimas ou não.
Carnívoras ou Insetívoras?
Muitos preferem classificá-las como plantas insetívoras, pelo fato de suas principais presas serem insetos, como moscas, formigas e pequenos besouros. Acontece que plantas maiores podem capturar anfíbios, répteis e até pequenos mamíferos, sendo, portanto, “plantas carnívoras” um termo ainda utilizado.
Em agosto de 2011 na Inglaterra, uma planta carnívora foi vista com um pássaro em seu interior. O responsável pelo local afirmou que, quando passava pelo jardim, viu que o pássaro havia sido aprisionado pela planta. Acredita-se que este foi o segundo caso registrado, em todo o mundo, de uma planta carnívora capturar um pássaro; tendo o primeiro ocorrido na Alemanha há alguns anos. As plantas maiores frequentemente capturam ratos ou sapos, mas uma ave é extremamente raro de se encontrar. É possível que o pássaro tenha sido atraído por insetos presos na planta e, ao tentar pegá-los, tenha escorregado para dentro dela sem poder sair.
Origem e Evolução das Plantas Carnívoras
Apesar de não haver uma determinação quanto ao seu surgimento, de acordo com pesquisas feitas em fósseis, as plantas carnívoras teriam sua origem há cerca de 60 milhões de anos. Alguns acreditam que elas teriam se tornado carnívoras por consequência das chuvas que caíam em seu ambiente típico selvagem, formando poças em suas folhas, o que atraía o pouso de insetos para que pudessem beber daquela água e acabavam se afogando, sendo posteriormente decompostos por bactérias na poça. Acredita-se também que elas tiveram uma evolução através de algumas plantas que, para se defenderem de parasitas, os capturavam. Ao ficarem presos nas folhas, os insetos morriam e apodreciam. Daí, a evolução das carnívoras desenvolveu-se a partir de mecanismos de atração, captura e digestão de suas presas.
Apesar de apresentarem estratégias de captura semelhantes, existem plantas carnívoras completamente diferentes umas das outras, o que indica uma provável evolução paralela, ou seja, ocorrendo em tempo e locais distintos. Este fato permitiu uma exploração de ambientes e condições diversas por parte das carnívoras.