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quarta-feira, 25 de junho de 2014

VERBENA





O cultivo de plantas em nossa casa é uma terapia maravilhosa, comprovado os benefícios tanto físicos como psicológicos que ganhamos com essa terapia.  As plantas são essenciais para a saúde do planeta e para a nossa respiração. Por ser essa uma atividade muito prazerosa, muitas pessoas iniciam-se na prática da jardinagem e se apaixonam completamente, porém sempre existem aquelas plantas que pouco sabemos a respeito e acabam por não florescer.
A verbena é uma planta medicinal, também conhecida como urgebão, gervão, erva-de-ferro e planta-da-sorte, muito utilizada para tratar a ansiedade e o stress. O seu nome científico é Verbena officinalis L., pertence à família das Verbenaceae (verbenáceas) e é formada por glicosídeos iridóide, taninos, óleo essencial, princípios amargos.
A verbena serve para ajudar no tratamento de cálculo biliar, ansiedade, stress, insônia, inquietação, acne, asma, bronquite, cálculos renais, artrite, distúrbios digestivos, dismenorreia, falta de apetite, úlcera, taquicardia, reumatismo, queimadura, conjuntivite, faringite e estomatite.
As propriedades da verbena incluem a sua ação calmante, sedante, antireumática, anti-inflamatória, analgésica, adstringente, depurativa, digestiva, estimulante, anticoagulante e tônica. As partes usadas da verbana são as folhas, raízes e flores. A verbena pode ser encontrada em forma de infusão (chá).
É uma planta silvestre muito comum em terrenos incultos. Possui pequenas folhas e pequenas flores. Existe outra espécie de verbena, denominada verbena odorífera, cuja infusão perfumada é muito apreciada. A planta é nativa da região mediterrânea (Europa e Ásia), porém tem sido cultivada extensamente por toda a Europa Oriental e a China.
O seu plantio deve acontecer entre julho a setembro. Prefere solos leves e adubados com matéria orgânica, sempre a pleno sol. Depois de instalada, é uma planta que quase não necessita de manutenção, crescendo em terrenos baldios e zonas densamente povoadas por espécies daninhas. A propagação faz-se por sementeira, no início da primavera, por divisão ou por estacas retiradas da base (rebentos com cerca de oito a dez centímetros) e incluindo um pouco da parte subterrânea dos caules, no verão.
As folhas podem ser colhidas durante toda a estação de crescimento. A colheita e secagem das flores devem ser feita durante o verão. São flores pequenas de tamanho, porém de imensa beleza.
Saber cuidar do seu jardim é importante e, principalmente saber como cada planta precisa de atenção especial, pois cada uma tem seu tempo de cultivo, a rega, qual o terreno apropriado entre outras características. Essas e outras informações você encontra na Flora Morumby.


quinta-feira, 12 de junho de 2014

FLOR-DE-MAIO





Ter plantas em casa deixa qualquer ambiente mais bonito, colorido e humano além de deixar a decoração mais completa, por isso trazemos para vocês a forma correta de cultivar a Flor de Maio.
Schlumbergera truncata, também conhecida como flor de maio, é uma espécie de Schlumbergera, do gênero botânico da família cactaceae e categoria cactos/suculentasflores perenes. É originária do Brasil seus nomes populares são: flor de maio, cacto de natal, cacto de páscoa e flor de seda.
É uma das espécies de cactos mais apreciada e difundida, a flor-de-maio, floresce em pleno outono. Isso se deve aos dias mais curtos e às temperaturas mais baixas dessa época, que são fatores ideais para o desenvolvimento da planta. São flores que encantam pelo formato exótico e por suas cores em tons variados. As flores tem formato de capuz, com aproximadamente 07 cm.
A flor-de-maio pertence à família das cactáceas e é de fácil cultivo. Deve ser plantada em terra orgânica bem drenada, não muito ácida e regada periodicamente à meia-sombra. Para diminuir a acidez do solo, coloque no substrato uma colher de chá de cal hidratado e misture bem. Além disso, nunca deixe a planta em solo encharcado ou diretamente exposta ao sol.
Apesar do fácil cultivo, é necessário muito cuidado com a flor-de-maio quando seus botões ainda estiverem fechados, pois são sensíveis e podem cair facilmente. A planta pode ser colocada dentro de casa ou em varandas, em vaso no chão ou suspenso, como as samambaias, deixando suas folhas e flores caírem.
Após 2 ou 4 semanas as flores caem e o número de horas do brilho do sol torna-se importante aumentar para a propagação vegetativa. Entretanto, a planta necessita de água e luz solar a vontade até julho.
Depois da floração, a flor-de-maio entra em descanso. Nesse período, deve ser mantida com o solo seco, sem adubação: uma rega a cada dez dias é suficiente. É neste período também que deve ser feita a troca de vaso ou a retirada de mudas. Na primavera, inicia-se a adubação e as regas se tornam mais frequentes, uma ou duas vezes por semana.

Quando a estação do verão está chegando flor-de-maio inicia sua ação fisiológica de dormência.
Após abril a luz e temperatura diminuem naturalmente, ela está acordando com suas flores. (outono/ inverno).

segunda-feira, 2 de junho de 2014

JABUTICABA

A jabuticaba, jaboticaba ou jabuticabeira é uma árvore frutífera brasileira nativa da Mata Atlântica, principalmente da mata pluvial e das submatas de altitude. Seus frutos pequenos, de casca negra e polpa branca grudada na única semente. Elas crescem no tronco e ramos, dando uma característica peculiar a árvore. A fruta produzida pela jabuticabeira  tem um sabor bem brasileiro.
Classificação científica: reino Plantae; divisão Magnoliophyta, classe Magnoliopsida, sub-classe Rosidae; ordem Myrtales; família Myrtaceae; gênero: Plinia; espécie: P. trunciflora.
A árvore, que pode atingir até 15 metros de altura, tem tronco claro, liso, e folhas simples. Muito cultivada em pomares domésticos. Floresce duas vezes por ano. A jabuticabeira é a árvore frutífera de maior comercialização no Brasil. A jabuticaba, para o orgulho dos brasileiros, é uma fruta silvestre 100% brasileira, encontrada nas regiões tropicais, do Norte ao Sul do país.
A principal espécie de jabuticabeira é Myrciaria jaboticaba, conhecida como Sabará. Mas existem outras espécies, como a Myrciaria cauliflora ou jabuticaba Paulista, Assú ou Ponhema também muito conhecidas no Estado de São Paulo. Existe grande produção dessa espécie na cidade de Tupã (São Paulo) onde o clima e solo são ideais para essa cultura.

A jabuticabeira, além de apreciada como fruta, faz sucos e doces deliciosos, porém poucos conhecem suas propriedades medicinais.
A jabuticaba protege e estimula a reparação dos tecidos ricos em colágeno – principal proteína da pele, responsável pela firmeza e elasticidade; protege contra a aterosclerose (doença inflamatória crônica, caracterizada pela formação de placas dentro dos vasos sanguíneos); combate as rugas, reduzem à produção de histamina (aumenta a resistência do organismo contra a agressão de certas substâncias mutagênicas), o colesterol comum e o LDL (o colesterol mau) e os radicais livres; melhora a circulação sanguínea periférica, entre outros benefícios.
São inúmeros os benefícios das antocianidinas, substância presente na fruta: restauram a funcionalidade dos capilares e fortalecem os vasos sanguíneos (prevenindo equimoses, varizes, fragilidade capilar e derrames cerebrais; beneficiando, inclusive, os diabéticos); protegem as células cerebrais (o que auxilia na melhora da memória e combate à senilidade); melhoram as defesas imunológicas, a resistência física e a disposição e a visão; auxiliam na estabilização da taxa de açúcar no sangue dos diabéticos; apresentam propriedades anticancerígenas, etc. 
A casca da jabuticaba é rica em pectina (fibra solúvel), que auxilia na redução da velocidade de absorção dos alimentos, à medida que são ingeridos. É indicada nos casos de hipoglicemia e diabetes, pois contribui para que os níveis de açúcar no sangue sejam mantidos mais próximos da normalidade.
Contribui para a desintoxicação orgânica (pois auxilia na remoção das toxinas e dos metais pesados); auxilia no combate do excesso de colesterol, o que diminui o risco de cálculos biliares e de doenças cardiovasculares; e melhora a função da vesícula biliar.
De cor branca, mole e suculenta, a polpa da fruta é rica em nutrientes, contém, em 100 gramas: ferro: 1,90 mg (combate anemia); fósforo: 14 g (desempenha uma importante função no metabolismo energético; juntamente com outros minerais, auxilia no combate do estresse, da imunodeficiências, do raquitismo; vitamina C; e niacina (vitamina B3, sua deficiência pode ocasionar fraqueza muscular, indigestão, erupções na pele e anorexia). Cada 100 gramas de jabuticaba contêm, aproximadamente, 45 calorias (considerada pouco calórica). São encontrados também: açúcares (frutose e sacarose) e ácidos orgânicos (cítrico e oxálico).
Apesar de serem plantas de origem subtropical, são perfeitamente adaptadas ao clima tropical, tolerando diversos tipos de clima, sujeitas a algumas geadas com pouca duração, como acontece no sul de Minas e sul do Brasil. Ela gosta mesmo é de solo rico em suprimento de água. A sua propagação tradicional é por muda adquirida através da semente.
A poda, como em outras plantas frutíferas, é necessária. As mudas devem estar plantadas de modo a terem o tronco de 40 a 60 cm de altura, para daí esgalharem de forma simétrica, em copa aberta. A poda de frutificação é necessária para uma distribuição razoável, a partir de 1,20 até 1,50 metros cada uma. É importante que galhos grandes e pequenos fiquem distantes cerca de 20 a 30 centímetros uns dos outros, pois precisam de espaços para produzir frutos sadios.