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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

BANANA


É uma das frutas mais consumidas em todo o mundo. Contém diversas vantagens nutricionais, que a faz ser bastante procurada por atletas.

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA: Reino: Plantae, Divisão: Magnoliophyta, Classe: Liliopsida, Ordem: Zingiberales, Família: Musaceae e Gênero: Musa. 
Considerada uma das culturas mais antigas do mundo, a banana teria vindo do Sudoeste Asiático. Sua origem conhecida remonta à Antiguidade, perdendo-se em registros da mitologia grega e indiana. Sabe-se que na Índia e regiões próximas ela é cultivada há mais de 4 mil anos. Existem ainda espécies de banana selvagem na Indonésia, nas Filipinas e Malásia.
Existem diversas espécies de bananas. No Brasil, as mais conhecidas são: nanica, prata, banana-terra e a banana maça. Elas nascem verdes e quando estão maduras ficam com as cascas amarelas (maioria das espécies) ou vermelhas (minoria). Cada bananeira produz de uma só vez de 5 a 15 pencas de banana.
São muito utilizadas na culinária de centenas de países. São consumidas ao natural, fritas, cozidas e assadas. Uma banana madura e de porte grande (nanica, por exemplo) pesa, em média, 120 gramas. A banana nanica, mais consumida no Brasil, é muito utilizada em bolos, doces e outros pratos da culinária brasileira.
As bananas formam-se em cachos na árvore chamada bananeira, é uma fruta rica em fibras, potássio, vitaminas C e A e que não possui sementes. É uma fruta tropical que possui polpa macia, saborosa e doce, ela é um fruto sem fecundação prévia. Aproximadamente, 70% da banana é composta por água.


Acredita-se que a origem do nome venha de banan, que significa dedo, em árabe. Seu nome botânico vem do latim - Musa sapientium - e pode ser traduzido como fruta dos homens sábios. Essa designação seria porque na Arábia os homens eruditos descansavam à sua sombra. No Brasil, um dos três maiores produtores de banana do mundo, é a fruta mais popular, bastante consumida de Norte a Sul.
Bastante adaptada ao clima quente, a banana virou símbolo de regiões tropicais e, atualmente, é cultivada em mais de cem países, tendo a Índia como maior produtora. No Brasil, os tipos mais conhecidos e consumidos são nanica, prata, banana-da-terra e banana-maçã.
A versatilidade da banana - que em muitos locais é usada ainda verde como legume, podendo ser frita, cozida ou assada como batata - é um dos motivos do seu sucesso. Outro fator é, sem dúvida, os benefícios que ela pode trazer para a saúde.
A banana é rica em carboidratos - que fornecem energia ao organismo - em potássio (mineral importante para o bom funcionamento dos músculos) e em vitamina B6, importantíssima para a formação de células do sangue e de substâncias para o cérebro. A banana contém triptofano, nutriente envolvido na produção de serotonina, substância responsável pelo humor.
A banana fica ótima misturada com proteínas em pó, acompanhada de quinoa em flocos, farelo de aveia e de linhaça dourada, alimentos importantíssimos para a saúde do esportista. Não existe uma recomendação de ingestão mínima diária da fruta.
A fruta é tão popular no Brasil que acabou ganhando novas representações em diferentes expressões: por exemplo, dizer que algo está a "preço de banana" significa que está muito barato. Xingar alguém de banana é o mesmo que chamar a pessoa de mole, medrosa.
Para que as bananas durem mais, basta cortar com uma tesoura ou uma faca, separando cada banana da penca, deixando um bom pedaço do cabinho. No dia seguinte ao corte, a ponta cortada já estará seca e fechada. Isso evita também que ela mele e atraia mosquitos.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

MANGA


Nome científico : Mangifera indica L. Classificação científica: reinoPlantae, divisão: Magnoliophyta, classeMagnoliopsida, ordemSapindales, famíliaAnacardiaceae, gêneroMangifera e EspécieMangifera indica.

A manga é o fruto da mangueira, árvore frutífera, nativa do sul e do sudeste asiáticos desde o leste da Índia até as Filipinas, e introduzida com sucesso no Brasil, em Angola, em Moçambique e em outros países tropicais. Acredita-se que a manga é a fruta fresca mais consumida em todo o mundo.

Caracteriza-se pela polpa extremamente saborosa e suculenta, é muito consumida in natura como também é muito explorada na culinária para o preparo de mousses, geleias, sucos e gelatinas. O nome da fruta vem da palavra “malayalam mangae”.

É a fruta nacional da Índia, Filipinas e Paquistão. Acredita se que a manga foi provada por Alexandre, o Grande (séc. III a/C). Mais tarde, no século 16, o imperador mogol, Akbar plantou 100.000 árvores de manga em Darbhanga, Bihar em um lugar agora conhecido como Lakhi Bagh.

A manga tem uma coloração variada: amarelo, laranja e vermelha, sendo mais roseada no lado que sofre insolação direta e mais amarelada ou esverdeada no lado que recebe insolação indireta. Normalmente, quando a fruta ainda não está madura, sua cor é verde, mas isso depende do cultivo. Tem uma única semente (embrião) grande no centro.

Graças à alta quantidade de ferro que contém, a manga é indicada para tratamentos de anemia e é benéfica para as mulheres grávidas. Pessoas que sofrem de cãibras, estresse e problemas cardíacos, podem se beneficiar das altas concentrações de potássio e magnésio existentes. Também há relatos de que as mangas suavizam os intestinos, tornando mais fácil a digestão. Uma manga fresca contém aproximadamente 15% de açúcar, 1% de proteína e quantidades significativas de vitaminas, minerais e antioxidantes, podendo conter vitamina A, B e C.

Na Índia, onde a manga é a fruta nacional, acredita-se que elas estancam hemorragias, fortalecem o coração e trazem benefícios ao cérebro. São também utilizadas em afecções pulmonares (bronquite asmática e tosses), Gengivas inflamadas, úlceras de decúbito e úlceras varicosas.

Podem ser cultivadas em climas tropicais e subtropicais. Devem ser plantadas em uma área com boa drenagem e um solo ligeiramente ácido. Devem ser regadas regularmente quando jovens, porém, ao atingirem a maturidade, devem ser regadas com intervalos entre 10 e 15 dias. Cerca de 4 a 5 meses após a floração, as mangas estão maduras. Quando a manga está pronta para ser colhida, ela se torna fácil de ser tirada do pé, com um simples puxão.

As mangueiras crescem em solo que esteja bem drenado e úmido. Preferem um ph que esteja entre 5,5 e 7,5, pois são pouco tolerantes a alcalinidade. No Brasil, a manga é cultivada em todas as regiões, com destaque para o Sudeste e para o Nordeste. No Nordeste, a manga é cultivada em todos os estados, em particular nas áreas irrigadas da região semiárida, que apresentam excelentes condições para o desenvolvimento da cultura e obtenção de elevada produtividade e qualidade de frutos.

As árvores podem atingir entre 35 e 40 metros de altura. Suas folhas são perenes e atingem entre 15 e 35 cm de comprimento. À medida que a folha cresce, ela muda de cor passando por diferentes tons. Quando esmagadas, as folhas têm fibras e crepitação e exalam um forte cheiro de terebina. As flores são pequenas, com cinco pétalas. Exalam um doce odor suave, como os lírios.

A manga varia consideravelmente em tamanho, forma, cor, presença de fibras, aroma e sabor. O formato do fruto varia de arredondado a oval-alongado, com comprimento entre 6,25 e 25 cm em variedades diferentes.

A manga in natura pode ser degustada de várias maneiras e com facilidade proporcionando prazer a quem a consome. Veja como provar uma manga fresca: com a casca ainda na fruta, corte a manga em fatias longitudinais, chegando o mais perto possível do caroço.
 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

PITAIA


A pitaia é uma fruta exótica, rica em vitamina A e C cuja polpa é comida crua ou em calda, em saladas, sobremesas, sucos, xaropes e coquetéis. Até vinho é produzido deste cacto. É uma fruta praticamente desconhecida, mas já existe em alguns mercados. Ela possui singularidades e compõe a dieta de muitos povos, inclusive no Brasil, nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste do Brasil. Alguns países como o Vietnam, Colômbia, México, Costa Rica e Nicarágua comercializam internamente suas produções assim como as exportam.
A planta que produz a fruta denominada pitaia é uma cactácea originada da América Tropical e Subtropical e pertence ao grupo de frutíferas consideradas promissoras para cultivo. Até há pouco tempo essas frutíferas eram desconhecidas e, recentemente, representam um crescente nicho no mercado de frutas exóticas.
Os diversos tipos de pitaia são agrupados em quatro gêneros: Stenocereus, Cereus,  Selenicereus e Hylocereus, sendo as mais conhecidas a pitaia amarela (Selenicereus megalanthus), que tem casca amarela e polpa branca, e a pitaia vermelha (Hylocereus sp.), com a casca vermelha e a polpa branca ou vermelha, dependendo da espécie.
A fruta fresca deve ser resfriada em geladeira e depois cortada em duas partes, para mostrar a polpa, que pode ser então fatiada ou removida com o auxílio de uma pequena colher.
As pitaias podem trazer grandes benefícios para o organismo humano, elas possuem uma grande quantidade de nutrientes, principalmente vitaminas. É considerada exótica devido à aparência diferente e o gosto exclusivo. O aspecto mais curioso do seu formato consiste nas inúmeras sementes localizadas na poupa que possui uma bonita coloração rosa.
As sementes têm efeito laxante, o fruto tem efeito em gastrites, o talo e as flores são usados para problemas renais. Contém os minerais: cálcio, ferro e fósforo, nutrientes que colaboram na manutenção dos ossos e dentes, contração muscular e na produção de células vermelhas. A pitaia tem propriedade antioxidante que previne os radicais livres que causam o cancro.
O termo pitaia significa fruta escamosa, também sendo chamada de fruta-dragão em algumas línguas, como o inglês. Como a planta só floresce pela noite (com pequenas flores brancas) são também chamadas de Flor-da-Noite ou Dama da Lua.


 Pode ser cultivada de 30 até 700 metros acima do nível do mar, desde que as temperaturas sejam em média de 14 a 32°C, com chuvas de 500 a 3.600 mm/ano, mas se adapta também a climas mais secos. A fruta pode pesar entre 50-300 gramas e seu interior. É doce e tem alto nível de calorias. As flores podem ser ingeridas ou usadas para fazer chá. As sementes se assemelham às do gergelim e se encontram dispersas no fruto cárneo.
As pitaias de casca vermelha, particularmente, são grande fonte de Vitamina A e são ricas em ferro. As amarelas são ricas em fibras e minerais, principalmente zinco e ferro. As sementes são pobres em gordura poliinsaturada, e as vermelhas em particular não possuem gordura saturada. A pitaia aumenta a excreção de metais pesados e diminui o colesterol e pressão sanguínea. Comer regularmente alivia doenças crônicas do sistema respiratório.
Estudos realizados constataram que esse alimento possui propriedades importantíssimas no processo de emagrecimento. Verificou-se que seu extrato diminui a vontade de comer doces e atua como moderador natural de apetite, devido sua propriedade de saciedade. Também ativa um hormônio chamado glucagon, responsável pela disponibilização da energia armazenada, estimulando o organismo a utilizar suas próprias reservas energéticas. Este alimento ajuda a controlar o desejo de comer e aumenta a sensação de saciedade.
A queima de calorias é beneficiada pela presença da tiramina. É uma amina, proveniente do aminoácido tirosina, com ação sobre a pressão arterial, aumentando-a e causando a taquicardia.
A planta é rústica e pouca exigente em solos. Ela não suporta temperatura abaixo de 18ºC e nem sequer uma semana de seca. Por isso, no período da estiagem é preciso fazer uso de irrigação por gotejamento. Muito refrescante e por possuir grande quantidade de água, era consumida pelos astecas para evitar a desidratação. A espécie floresce em maio e sua flor dura apenas uma noite. A fruta é coberta de espinhos. Porém, quando amadurece, com um simples toque eles caem. Seu sabor assemelha-se à mistura de kiwi, abacaxi e figo-da-índia.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

ABACAXI


Ananás ou abacaxi é uma planta monocotiledônea (planta floríferas que possui apenas um cotilédone. As folhas apresentam veias paralelas. As partes da flor crescem em geral em múltiplos de três. Cerca de 40 mil espécies de plantas são monocotiledôneas), da família das bromeliáceas, subfamília das Bromelioideae. Os abacaxizeiros pertencem à espécie Ananas comosus, que compreende muitas variedades frutíferas. Há também várias espécies selvagens, pertencentes ao mesmo gênero e grupo.
CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA: reino: Plantae, divisão: Magnoliophyta, classe: Liliopsida, subclasse: Commelinidae, ordem: Poales, família: Bromeliaceae, subfamília: Bromelioideae, gênero: Ananas.
O Abacaxi é rico em vitamina C, betacaroteno, vitaminas do complexo B e minerais, tais como: cálcio, manganês, potássio, ferro e fibras que são importantes para uma vida saudável. Além disso, contém uma poderosa enzima, chamada bromelina. Segundo pesquisas, esta enzima pode ajudar na redução de inflamações de muitas causas e também contribui para uma boa digestão.
É uma fruta essencial para as pessoas do grupo sanguíneo A. Sendo rico em fibras solúveis é ótimo para controlar os níveis de colesterol no sangue. Acelera a cicatrização dos tecidos, é recomendado para tratamento de pedra nos rins, hipertensão arterial, anemias e para quem quer perder peso. Contém celulose, uma substância que é indispensável para o funcionamento intestinal. Além de ótimo purificador do sangue, é diurético e ajuda a digestão.
O abacaxi é um alimento energético e um copo de suco de 250 ml contém em média 150 calorias, o que pode manter a pessoa forte durante o dia inteiro sem sentir muito sono. É ideal para quem trabalha muito tempo em uma posição só. É ótimo no tratamento das feridas, inflamações e infecções.
Trata-se de uma fruta típica de países tropicais e subtropicais que, portanto, não se adapta em regiões de clima frio. O abacaxizeiro costuma florescer na época do inverno e costuma ser plantado em solos ricos em nutrientes.
Um abacaxi maduro pesa de 2 a 3 quilos. A parte comestível é a polpa, suculenta e com grande quantidade de
água e fibras, mas muitas pessoas utilizam a casca do abacaxi para fazer doces. O suco extraído do abacaxi é ótimo para produção de sorvete, creme, geleias, bolos, doces e outros alimentos. Do suco do abacaxi é retirado ácido cítrico, ácido ascórbico (vitamina C), ácido málico e bromelina. O suco natural possui aproximadamente 12% de açúcar (frutose).
O abacaxi não amadurece após a colheita, sendo portando necessária sua colheita após seu completo desenvolvimento fisiológico. Os frutos devem ser colhidos em estados de maturação diferentes, de acordo com o seu destino e a distância do mercado consumidor:
a     Indústria – deve ser colhido maduro (casca mais amarela que verde);
  Mercado "in natura" e mercados distantes – Devem ser colhidos "de vez", quando surgem os primeiros sinais de amarelecimento da casca;
c     Mercado "in natura" e mercados locais – Frutos com até a metade da casca amarela.
A colheita pode ser feita com o auxílio de um facão, com o colhedor utilizando luva grossa para proteger as mãos. Não se deve colher frutos verdes. O operário segura o fruto pela coroa e corta o pedúnculo 3 a 5 centímetros abaixo da base do fruto. Em geral, os frutos colhidos são acondicionados, no campo, em caminhões e transportados diretamente para a comercialização.
O termo abacaxi é oriundo do tupi ibacati, documentado já no início do séc. XIX. O termo ananás (em português e espanhol) é do guarani naná. É um fruto-símbolo de regiões tropicais e subtropicais, de grande aceitação em todo o mundo, quer ao natural, quer industrializado.
O abacaxizeiro é uma planta semiperene, que alcança um metro de altura. Com a ramificação lateral do talo, aparecem outros frutos, de modo que a fase produtiva pode prolongar-se por vários anos. Quando adulto, é constituído de raízes, talo, folhas, frutos e mudas. O talo apresenta o formato de uma clava, relativamente curta e grossa. As folhas tem forma de calha, com espinhos e estão inseridas no talo, formando uma densa espiral dextrogira e levogira.

A casca do abacaxi é formada pela reunião das brácteas e sépalas das flores. Logo abaixo da casca, inseridos na periferia de depressões em forma de taça, podem ser encontrados restos de pétalas e de estames.